Curso: como investir no mercado imobiliário em tempos de crise

O mercado imobiliário é tradicionalmente um terreno fértil para investidores que desejam multiplicar sua riqueza.
Mas antes de tomar decisões sobre investir nesse mercado é fundamental conhecer em detalhes as principais estratégias, riscos envolvidos e rentabilidades esperadas.
Nesse curso o palestrante Rafael Severo, sócio da Trend Investimentos Imobiliários e da Escola de Investidores, abordará a perspectiva do mercado no Brasil, possíveis bolhas imobiliárias e as melhores estratégias para quem deseja entrar no mercado de imóveis, incluindo projetos de incorporação, compra na planta, em leilão, fundos imobiliários, entre outras.

Curso dia 11/10 (8 horas/aula). Inscrições até 03/10. Inscreva-se clicando aqui!

Agenda de cursos e palestras sobre investimentos imobiliários 2014!

Estamos com nosso calendário de palestras e cursos de 2014 pronto! Todos serão ministrados no Estúdio de Finanças da PUC-RS. Abaixo você pode conferir as datas e a forma de inscrição e programar-se!

Aluguéis como fonte de renda extra.

Segue abaixo uma entrevista dos sócios da Escola de Investidores e da Trend Investimentos Imobiliários para a revista Nex Day, de Porto Alegre. O assunto é o aluguel de imóveis como fonte de renda.

Opções para investir no mercado imobiliário em 2014.

Em uma entrevista para o Jornal Zero Hora/RS, os sócios da Trend Investimentos Imobiliários apresentam algumas opções de investimentos no mercado imobiliário para 2014.

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Curso: Como Investir no Mercado Imobiliário

Ministrantes

Prof. Rafael Severo
Prof. Tales Bergmeyer Morigi

Apresentação

O mercado imobiliário é tradicionalmente um terreno fértil para investidores que desejam multiplicar sua riqueza.

Mas antes de tomar decisões sobre investir nesse mercado é fundamental conhecer em detalhes as principais estratégias, riscos envolvidos e rentabilidades esperadas.

Nesse curso os palestrantes Rafael Severo e Tales Bergmeyer, sócios da Trend Investimentos Imobiliários e da Escola de Investidores, abordarão a perspectiva do mercado no Brasil, possíveis bolhas imobiliárias e as melhores estratégias para quem deseja entrar no mercado de imóveis, incluindo projetos de incorporação, compra na planta, em leilão, fundos imobiliários, entre outras.

Objetivo

Desenvolver as habilidades de análise, compreensão e tomada de decisão para investimentos pessoais dentro das opções disponíveis no mercado financeiro brasileiro.

Público-alvo

Profissionais liberais, executivos e estudantes de curso superior.

Pré-requisito

Ensino Médio completo.

Programação

-Introdução ao mercado imobiliário e ao IGMI (índice geral do mercado imobiliário)
-Os principais players do mercado imobiliário
-Bolha imobiliária e perspectiva braileira
-Estratégias de investimento no mercado imobiliário (aluguel, planta, terrenos, fundos, barganhas, cotas em incorporações)

Data/ Horário das aulas

Dia 26 de outubro, Sábado, das 08h50min às 12h25min e das 14h às 17h30min.

Contato

PUCRS/Educação Continuada
Av. Ipiranga, 6681, Prédio 15, sala 112
Partenon – Porto Alegre/RS CEP: 90619-900
Fone: (51) 3320-3727
E-mail: educacao.continuada@pucrs.br

Observação

Local: Sala 705 – LABMEC do Prédio 50

Inscrições: CLIQUE AQUI!

Corretor de Imóveis, um bom Investimento!

Perguntas e respostas sobre investimentos

1) Como estimar se é mais vantajoso financiar um imóvel ou continuar pagando aluguel e guardar dinheiro para a aquisição?

Em ciclos nos quais o preço dos imóveis permanece estável é possível realizar um planejamento e juntar dinheiro para realizar a compra, pois com o preço dos imóveis estável normalmente as aplicações financeiras superam a valorização desses bens. Com o recente boom do mercado, quem tinha este plano acabou adiando o sonho, pois a valorização dos últimos cinco anos não foi acompanhada por outras aplicações. Ou seja, o dinheiro guardado valorizou menos que o preço dos imóveis.

2) Os leilões são uma boa opção para um investimento?

Leilões são uma alternativa para adquirir imóveis de investimento. O investidor deve procurar um advogado que conheça o assunto para ser seu consultor, uma vez que é preciso entender bem o ‘pacote’ que se está comprando. Também é preciso conhecer o tempo de maturação do negócio após os leilões, inserir prazos de reformas, finalização de procedimentos legais, prazo de execução de ordem de despejo etc. O investidor, quando vai ao leilão, tem que estar preparado e ciente de que o seu lucro vai ser garantido por seu nível de preparação anterior ao evento, sendo o pregão em si apenas a consumação de seu investimento. É importante ter ciência do limite que se pode chegar para obter a taxa de retorno esperada. Se os lances ultrapassarem estes valores, o investidor se retira da disputa. Isso é comum em disputas em que há compradores interessados em usar cartas de crédito para comprar o imóvel a fim de residir nele.

3) Imóvel deve ser sempre encarado como investimento de longo prazo?

Um investimento em cotas de incorporação e de terrenos termina quando forem concluídas as vendas das unidades. Sempre há maneiras de agregar valor ao imóvel, seja permutando terreno por mais valor em área construída, seja investindo nas oportunidades que a abundância de crédito oferece no momento.

Grandes escritores de educação financeira dizem que o bom investidor investe em fluxo de caixa, este é o caso do investimento em cotas de incorporação, onde o investidor aporta um determinado valor de acordo com o cronograma de custos de um empreendimento e recebe o dinheiro de volta ou diminui suas necessidades de aporte conforme o andamento das vendas.

Portanto, esse mercado permite o desenvolvimento de projetos e apresenta inúmeras formas de retorno, seja no longo ou no médio prazo. Vale estudar as oportunidades.

4) O que conta para que financiar um imóvel com o interesse de alugar seja um negócio rentável?

Esta é uma opção para quem quer aumentar o patrimônio e fazer dele uma fonte de renda. Com a facilidade de crédito imobiliário, temos a opção de financiar parte do valor do imóvel com um banco e utilizar o aluguel para quitar as parcelas. Deve-se, entretanto, levar em conta a liquidez que esse imóvel terá e a taxa de retorno para o investidor. Para o negócio ser bom a taxa de retorno anual em aluguel, descontadas as despesas e um fundo de reserva para eventuais manutenções e períodos de vacância, tem que superar a taxa de juro cobrada pelo banco. Ainda, deve ser muito bem avaliado o nível de vacância da região, que é o percentual de imóveis não alugados, se é uma região em que há demanda potencial de imóveis para alugar, se há atrativos para um futuro morador ou para quem queira instalar um escritório na área.

5) Imóvel novo ou usado: o que é melhor para quem pensa em alugar ou revender?

O valor dos usados subiu pela valorização do mercado. O imóvel novo tem a vantagem de poder ser adquirido com desconto em uma tabela inicial com pagamentos mais baixos durante a obra. Após esse período o imóvel tende a valorizar. No entanto, imóveis usados muitas vezes representam a oportunidade do investidor agregar valor com uma reforma, que muitas vezes sai mais barata que a diferença entre o valor de um imóvel novo em relação ao usado. Desta forma, o investidor paga menos por um imóvel usado, ajeita, e cobra praticamente o mesmo aluguel que se cobraria para um imóvel novo. Para revenda é muito comum a operação descrita acima, porém, exige do investidor paciência e tempo para investigar e encontrar boas oportunidades. Se a intenção é realizar uma operação mais longa, vale estudar a possibilidade de investir num novo, avaliando fatores como potencial de valorização da região, prazo para entrega do empreendimento, valor do metro quadrado etc.

Fonte: Revista Pense Imóveis

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Curso: Investimentos Imobiliários

Local: PUCRS, prédio 50, sala 705, Porto Alegre/RS

Preço: R$ 110

Para alunos, diplomados e pessoas com vínculo PUCRS: R$ 99

Para maiores de 60 anos: R$ 99

Data: 25/5/13 (sábado) – das 8h50 às 16h40.

Para realizar sua inscrição, CLIQUE AQUI.

Setor de imóveis a todo vapor

Indústria & Comércio, 27/mar

O setor imobiliário no Brasil está fortemente aquecido. Numa economia emergente, com aumento da renda e do acesso ao crédito, o brasileiro está financiando cada vez mais para realizar o sonho da casa própria.

Nos dois primeiros meses deste ano, o crédito imobiliário somou R$ 12,5 bilhões, valor 15,7% acima do volume contratado no mesmo período do ano passado. Os números são da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Entre março de 2012 e fevereiro deste ano, os empréstimos para a aquisição e construção de imóveis, utilizando recursos da poupança, somaram R$ 84,5 bilhões, 4,4% superior aos 12 meses anteriores. O volume de empréstimos em fevereiro atingiu R$ 5,8 bilhões, 13% menor que o valor anotado em janeiro. Na comparação com fevereiro de 2012 houve crescimento de 13,8% no crédito imobiliário.

Mesmo tendo milhões de pessoas em condições ruins de moradia, o Brasil mostra avanço no financiamento de imóveis. O único problema continua sendo a alto preços das unidades.

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Revitalização do Cais Mauá deve valorizar região central de Porto Alegre

As obras de revitalização do Cais Mauá, que devem começar em março, prometem impulsionar a economia e o turismo em Porto Alegre antes mesmo da sua conclusão. O projeto, que inclui a reforma dos 12 armazéns do prédio da Superintendência de Portos Hidrovias e a construção de novos empreendimentos, deve transformar a região degradada no centro da cidade em um complexo de entretenimento, lazer e negócios e impulsionar as ofertas imobiliárias em Porto Alegre.

Serão investidos cerca de R$ 560 milhões na obra que, de acordo com o Governo do Estado, terá a sua primeira etapa concluída antes da Copa do Mundo de 2014, para absorver o grande número de turistas e se tornar mais um atrativo da cidade durante a competição. Ao todo são mais de 180 mil metros quadrados que abrangem uma área de aproximadamente dois quilômetros, entre a rodoviária e a Usina do Gasômetro. A revitalização deve ser concluída até 2016.

Entre as mudanças mais significativas previstas para a área estão a transformação do prédio de um antigo frigorífico em espaço de lazer e eventos, o rebaixamento da Avenida Presidente João Goulart, um muro com espelho d’água, a construção de três edifícios comerciais, um hotel e um novo shopping center próximo à Usina do Gasômetro.

De acordo com o consórcio Porto Cais Mauá do Brasil, que administra a obra, a revitalização da região seguirá o modelo de sucesso de Puerto Madero, em Buenos Aires, e do Porto de Barcelona. Ao término das obras, o cais contará também com áreas comerciais, um parque empresarial, restaurantes, estacionamentos, áreas culturais, espaço para eventos e lazer, uma remodelagem completa que deve aproximar os porto-alegrenses do Rio Guaíba.

A região do Cais Mauá tem sido alvo de discussão dos Governos Estadual e Municipal desde o final dos anos de 1980. Durante as últimas décadas, alguns projetos foram apresentados na tentativa de revitalizar o antigo cais de Porto Alegre, construído nos anos de 1960 e que se degradou ao longo do último século, até ser totalmente desativado em 2005. Mas agora, a promessa é ter de volta esse patrimônio gaúcho completamente restaurado.

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Aplico o dinheiro ou financio o imóvel?

Valor Econômico, Sérgio Tauhata, 28/fev

A hora da casa própria é agora. Com os juros dos financiamentos imobiliários no menor patamar dos últimos dez anos, de acordo com a Associação Brasileira de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), e a taxa básica de juros (Selic) na mínima histórica, quem deseja comprar ou trocar de moradia vive um momento francamente favorável. Neste cenário, mesmo se forem consideradas as condições mais alongadas do crédito dentro das regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), com prazo de 420 meses, entrada de 10% do valor do bem e juros médios de 8,5% ao ano, se a propriedade adquirida se valorizar em média 7,28% já será suficiente para bater a rentabilidade de um fundo DI com taxa de administração de 1%. Os cálculos são do economista Marcelo d’Agosto, autor do blog “O Consultor Financeiro”, do portal Valor.

Pela simulação feita pelo especialista, uma variação positiva de 7,28% no preço da casa ou do apartamento seria suficiente para compensar tanto os juros pagos à instituição financeira quanto o chamado “custo de oportunidade” da parcela de entrada e do valor das mensalidades, ou seja, a rentabilidade que a pessoa teria se o dinheiro tivesse sido aplicado no mercado financeiro. Na mesma situação, se o mutuário conseguir a menor taxa de juros dentro do SFH, de 7,80% ao ano, bastaria a propriedade se valorizar 6,97% no ano, em média, para vencer o portfólio DI – que, descontados o Imposto de Renda (15%) e a taxa de administração, renderia 5,31% em 12 meses.

Na hipótese de uma entrada de 50% do valor do imóvel, essa relação cai ainda mais. Na taxa de 8,50% ao ano, o preço do imóvel precisaria crescer 6,83% para compensar a oportunidade do fundo. E, com financiamento a 7,80% anuais, a valorização necessária seria de 6,66%.

No caso dos imóveis adquiridos para locação, a alta estimada no preço teria de ser ainda menor. Isso porque a renda de cada mês entra na soma do retorno nominal. Desse modo, um aumento de preço de 3,08% seria suficiente para bater o DI, se considerarmos o “yield” médio do aluguel em São Paulo, conforme o índice Fipe/Zap, ou seja, a taxa de retorno medida pela relação entre o aluguel e o preço de mercado da propriedade, que, em janeiro de 2013, estava em 0,35% ao mês, líquido de IR. Isso no caso de um financiamento com entrada de 10% e juros de 8,50% ao ano. Se a entrada aumentasse para 50% e a taxa caísse a 7,80%, bastaria o imóvel valorizar 2,46%, em 12 meses, para ganhar da aplicação tradicional.

“Se for para morar, então é hora de se fazer isso [financiar o imóvel]. O crédito imobiliário está muito atrativo”, afirma o professor do Laboratório de Finanças da Fundação Instituto de Administração (FIA), Keyler Carvalho Rocha. Segundo o especialista, quem vai comprar um imóvel deve usar já todo o dinheiro guardado para isso. “Não é bom negócio manter dinheiro aplicado, a não ser como reserva e para assegurar liquidez.”

O professor de finanças do Insper, Michel Viriato, explica que, quando o imóvel se valoriza mais do que a taxa de financiamento, beneficia-se do chamado efeito de alavancagem sobre o patrimônio. “Sempre que o bem rende mais que os juros é melhor financiar do que comprar à vista. Neste caso, quem compra à vista vai deixar de ganhar dinheiro.”

Para ilustrar o efeito de alavancagem, Viriato faz um cálculo hipotético. “Vamos supor que o ativo renda 10% ao ano. Você tem R$ 100 e pode conseguir mais R$ 100 com o banco. O valor emprestado tem juros de 5%. No final do ano você tem de pagar ao banco R$ 105. Se você juntar seu dinheiro com o financiamento terá R$ 200 para a compra do bem. Em 12 meses, conseguirá 10% sobre os R$ 200, ou seja, R$ 220. E se subtrair os R$ 220 dos R$ 105 do banco restarão R$ 115. Então em lugar de ter R$ 110, caso tivesse usado apenas os R$ 100 originais, terá R$ 115. Você alavancou a rentabilidade.”

O professor do Insper alerta, no entanto, que qualquer eventual vantagem de financiar a compra do imóvel depende diretamente de sua valorização. “Esse quadro tem um grande risco. Pode acontecer o contrário, se houver queda da rentabilidade do ativo. Não é possível dizer o que vai acontecer com os preços dos imóveis no longo prazo”, diz.

Os termômetros do mercado indicam o setor de habitações ainda aquecido, mas com tendência de desaceleração da subida de preços. Em 2012, a média de sete capitais alcançou valorização de 13,70%, segundo o índice Fipe/Zap. Em janeiro, a alta foi de 0,90%, acima do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial de inflação, que registrou 0,86% no mês.

Pesquisa do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) mostra aumento médio dos imóveis de 10% no município de São Paulo. Para 2013, “esperamos um comportamento de preços muito parecido ao do ano passado, porque o setor está retomando os lançamentos e a demanda está aquecida e mais saudável”, afirma o presidente da entidade, Claudio Bernardes.

Na avaliação do presidente da Zap Imóveis, responsável pelo índice Fipe/Zap, Eduardo Schaeffer, o que provavelmente vai acontecer nos próximos seis meses é essa valorização ficar mais próxima da inflação. De acordo com o especialista, a porta se fechou para a especulação, o que tornou a evolução dos preços mais “estável e equilibrada”.

Apesar do cenário de crédito ser favorável, quem quer comprar um imóvel hoje encontra obstáculos de outra natureza. O maior problema é a mudança de patamar de preços no mercado. Com o valor do metro quadrado nas alturas, os bairros nobres ficaram mais distantes de parte da população que deseja trocar aluguel por financiamento.

Um empréstimo de R$ 250 mil, por exemplo, gera uma parcela mensal de R$ 2,4 mil, com taxa de 7,80% ao ano. Em São Paulo, essa mensalidade seria suficiente, conforme pesquisa em sites especializados, para alugar um apartamento de 2 dormitórios e 65 metros quadrados (m²) em Perdizes, ou similares em Moema e Vila Mariana, bairros nobres da capital paulista. Para financiar um imóvel de 65 m²com uma entrada de 10%, os R$ 300 mil equivalem a um poder de compra de R$ 4,6 mil reais por m², valor muito abaixo da média das regiões citadas, que vão de R$ 7,7 mil a R$ 8,7 mil por m².

A oscilação média também esconde um mercado muito mais assimétrico. No índice Fipe/Zap, enquanto há capitais com valorização maior que a inflação, como São Paulo e Rio de Janeiro, que tiveram aumentos reais de 4,2% e 3,5%, respectivamente, de junho de 2012 a janeiro de 2013 (acima do IPCA), outras apresentaram quedas no período, como Curitiba, com perda de 6,1%, e Brasília, que teve recuo de 5,8% no período. “O comprador agora tem de ser muito mais seletivo. Hoje temos de comprar uma oportunidade e não apenas um imóvel”, afirma Eduardo Schaeffer, da Zap.

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Mercado aquecido na capital gaúcha

Muitos são os indícios de que o pessoal das imobiliárias em Porto Alegre (RS) vai trabalhar em ritmo acelerado durante 2013. O mercado de imóveis na capital gaúcha segue a tendência de evolução que se vê nas principais cidades do País. Um dos indicadores é a taxa de velocidade de vendas desenvolvida pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil, no Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS), baseada na relação das vendas sobre as ofertas. Em novembro do ano passado, a marca foi de 8,42%, superior ao registrado no mês de outubro (8,24%) e em novembro de 2011 (8,13%).

O avanço também é explícito quando se compara o volume de vendas. As 500 unidades negociadas em novembro do ano passado representaram aumento de 10,13% sobre a comercialização do mês anterior, com 454 unidades. O salto é ainda mais expressivo em relação a novembro de 2011, quando foram negociadas 328 unidades. A elevação nesse período de um ano chegou a 52,44%. Tal crescimento contribuiu para que se garantisse superávit nas estatísticas de valores acumulados. Entre dezembro de 2011 e novembro de 2012, o Sinduscon-RS contabilizou a negociação de 4.870 unidades, número 5,07% acima das 4.635 unidades vendidas entre dezembro de 2010 e novembro de 2011.

Outro levantamento significativo realizado pelo Sinduscon-RS, o XIV Censo do Mercado Imobiliário, diz respeito ao perfil da demanda no setor. Dados apresentados pela entidade no início do segundo semestre do ano passado deixa clara a predominância dos imóveis residenciais. Das 6.573 unidades novas que estavam à venda no mês de agosto, 94,92% eram destinadas a moradias, com maioria esmagadora composta por apartamentos (5.810 unidades, ou 88,39%).

Apenas dez bairros respondiam por quase metade das unidades em oferta (46,33%). Em agosto do ano passado, 3.061 novos imóveis estavam distribuídos por Jardim Carvalho, Mario Quintana, Partenon, Passo das Pedras (Protásio Alves), Petrópolis e Sarandi, como principais destaques, seguidos por Ipanema, Jardim Itu Sabará, Lomba do Pinheiro e Passo da Areia.

O balanço feito pelo Sinduscon-RS revela ainda grande participação de determinado público entre os compradores. Assim como vem acontecendo em diversos grandes centros do Brasil, a emergente classe média tem se tornado cada vez mais presente nas negociações do mercado imobiliário. O sonho da “casa própria” é prioridade para as famílias que têm conseguido melhorar sua condição financeira e aumentar o poder aquisitivo. Desde 2010, o Censo realizado pela entidade tem registrado maior demanda por apartamentos de dois dormitórios. E, nos últimos quatro anos, tem se tornado mais significativa a oferta de unidades com valor máximo de R$ 157 mil.

O investidor e as mudanças no mercado imobiliário

Enquanto se viu nos últimos anos um boom nos lançamentos imobiliários de diversos portes e voltados para diferentes públicos, agora nota-se que houve uma estabilização no segmento. Os especialistas em investimento no mercado imobiliário Rafael Severo e Tales Bergmeyer Morigi interpretam este momento.

Nas últimas semanas, muitas pessoas têm nos questionado porque o mercado imobiliário está desaquecendo.  A diminuição no número de lançamentos e nas vendas preocupam o investidor do setor.

Isto está acontecendo por algumas variáveis. As grandes  incorporadoras do mercado se capitalizaram na bolsa de valores desde o ano de 2006. A partir daí, foram em busca de terrenos para realizar suas construções e utilizar o caixa disponibilizado pelos seus acionistas. No entanto, o preço dos terrenos sofreu um aumento considerável com tamanha procura nos últimos anos, inviabilizando muitos negócios e novos empreendimentos atualmente.

Outro fator de avaliação, no nosso ponto de vista, é que as construtoras realizaram muitos investimentos em terrenos e novas obras, mas ainda não receberam integralmente o pagamento das vendas. A maior parte do dinheiro da venda de um imóvel em construção vem com a liberação do crédito bancário, que ocorre somente no término da obra, com a liberação do habite-se. A falta de mão de obra na construção civil e problemas burocráticos em órgãos públicos, são apenas alguns dos motivos que têm contribuído para postergar este prazo.

Existe também uma nova realidade no mercado imobiliário. Muitos investidores de imóveis na planta não estão conseguindo revender os seus imóveis antes da entrega das chaves. Como alguns não estão preparados para assumir um financiamento, acabam devolvendo o imóvel à incorporadora. Dica: esta é uma ótima oportunidade para quem está procurando imóveis novos para morar.

Portanto, a redução dos lançamentos tende a ser um periodo novo que começamos a presenciar no mercado, enquanto as construtoras esperam uma recapitalização. Isto vai ocorrer quando os recentes empreendimentos forem entregues e suas vendas realizadas. Desta forma, começaremos a ver um reequilíbrio entre demanda e oferta e, além disso, muitas das incorporadoras voltando ao seu foco original de atuação.

O investidor deve estar atento diante deste novo cenário

Para quem quer investir em imóveis na planta, é fundamental que avalie o seu potencial de renda para financiar o imóvel caso não consiga revender. Também é muito importante saber que o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) reajusta mensalmente todo saldo devedor durante a obra e não apenas a parcela. Além disso, o valor de compra deve estar abaixo do valor de imóveis prontos na mesma região, pois o ganho ocorre com a valorização do imóvel.

O investidor também pode ser o proprietário de um terreno. Ao invés de vendê-lo, ele o troca com uma construtora e recebe  unidades construídas, agregando valor ao seu patrimônio. Este costuma ser um negócio muito seguro e rentável para o proprietário da área. O importante é negociar um preço justo, que viabilize a concretização do negócio.

Outra alternativa é a participação como sócio de um empreendimento, ajudando a financiar a construção conforme o andamento da obra. O investidor recebe uma participação do lucro obtido com as vendas das unidades, proporcional a sua fração.

Caso você tenha dúvidas e queira saber mais sobre investimentos imobiliários, entre em contato conosco através do e-mail contato@escoladeinvestidores.com.br, será um prazer ajudá-lo a se tornar um investidor de sucesso!

Fonte: Escola de Investidores

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Cursos: agenda de novembro

Curso “Como investir no mercado imobiliário”

Local: PUCRS, prédio 50, sala 705

Preço: R$ 110

Para alunos, diplomados e pessoas com vínculo PUCRS: R$ 99

Para maiores de 60 anos: R$ 99

Duas opções de data:

1ª Edição = 5 e 6 de novembro (segunda e terça-feira) – das 19h30 às 22h30. LINK PARA INSCRIÇÕES 1ª EDIÇÃO

2ª Edição = 24 de novembro (sábado) – das 8h50 às 12h25 e das 14h às 16h40. LINK PARA INSCRIÇÕES 2ª EDIÇÃO

Notas do Mercado Imobiliário

MAIS GENTE NAS CIDADES

De acordo com a ONU, apenas 10% da população brasileira deverá estar vivendo em áreas rurais daqui a 8 anos. Considerando-se o número atual de habitantes do País, isso significa que aproximadamente outros 19 milhões de pessoas passarão a morar em zonas urbanas por volta de 2020. Uma pressão considerável sobre o mercado imobiliário, que já apresenta um déficit de cerca de 8 milhões de moradias.

O QUE SE PAGA ALÉM DO PREÇO

Normalmente, o comprador de um imóvel preocupa-se apenas com o preço a pagar, mas há alguns gastos acessórios que acabam pesando na conta. Isso porque são do adquirente o imposto de transmissão e as custas da escritura e do seu registro no cartório de imóveis, que chegam a alcançar 4% do valor do negócio – isso sem calcular as despesas com eventual liberação de financiamento habitacional e/ou FGTS.

LOCAÇÃO: PREFERÊNCIA PELOS COMPACTOS

Um conceito bastante antigo e brasileiro, é o de comprar imóveis para locar com a finalidade de criar ou complementar renda. E continua a ser uma ideia bem aceita por todos, especialmente nos dias que correm, onde o rendimento das aplicações financeiras está quase sendo alcançado pelos aluguéis. Atualmente, mudou apenas o foco do investimento imobiliário, que passou a ser os imóveis compactos, de até dois dormitórios e 60m², cujo custo/benefício é maior.

O FUTURO DIGITAL

Antigamente eram os sites e os blogs, depois vieram os hot sites e as redes sociais e agora é a vez dos QR Codes (uma espécie de código de barras) e dos aplicativos para dispositivos móbile. Nas grandes cidades, folders e prospectos já começaram a entrar em desuso pelos corretores, que estão preferindo usar seus tablets e smartphones para fazer a demonstração dos empreendimentos, incluindo apresentações digitais, em 3D ou 360º. É a avalancha digital apontando novos rumos para o setor imobiliário.

OFERTANDO O SEU USADO

Com o desaquecimento da demanda, muitos imóveis foram parar na prateleira dos “encalhados”, situação que deve levar seus proprietários a reavaliarem as estratégias de venda ou locação. Se o preço estiver de acordo com o mercado, o passo seguinte é verificar se a divulgação na internet está sendo feita corretamente, pois caso contrário é grande a chance dele continuar parado.

TODOS DESEJAM LAZER

Como a nova classe média já está podendo transformar em realidade o sonho da casa própria, o desejo agora é adquirir apartamentos localizados em prédios com boa infraestrutura de lazer. Por isso, o conceito de condomínio-clube vem ganhando cada vez mais adeptos entre os 40 milhões de brasileiros emergentes. Academia, piscina, quadra poliesportiva, kids club passaram a ser itens com forte apelo para a batida do martelo.

DOBROU A ENTREGA DE CASAS AOS BANCOS

Isso aconteceu na Espanha. Em um ano, duplicou o número de imóveis hipotecados entregues às instituições financeiras por mutuários e por incorporadoras que não conseguiram honrar seus compromissos. O valor de mercado desses bens chega a incríveis 33,5 bilhões de euros. Receia-se que o problema se alastre para Itália, Portugal e Grécia, onde as taxas de desemprego e os juros estão em constante ascensão.

UM MERCADO RETRAÍDO

Para o famoso Wall Street Journal, o boom imobiliário no Brasil já se esgotou. Conforme o jornal americano, o setor deverá continuar crescendo, mas num ritmo mais tranquilo e sem grande oscilação nos preços. A tendência, agora, seria a redução do número de lançamentos, até que o mercado absorva os que já foram disponibilizados pelas construtoras.

TERRENOS PERDEM FORÇA

O arrefecimento do mercado é perceptível também na dificuldade que os proprietários de terrenos bem localizados estão enfrentando para negociá-los. O que até bem pouco tempo atrás era considerado um cheque nas mãos, hoje virou um produto comum. Mesmo a permuta de terreno por área construída não está encontrando grande receptividade, diante da cautela adotada pelas incorporadoras quando se trata de lançar novos empreendimentos imobiliários.

Fonte: CARLOS ALCEU MACHADO (www.cam.adv.br)

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Notas do Mercado Imobiliário

MELHORES MOMENTOS NO FACEBOOK

Pesquisa recente do Scup, divulgada pelo blog Marketing Imobiliário, mostra que a segunda–feira é o dia predileto dos internautas para postar e comentar no Facebook, de preferência entre as 21 e as 22 horas. Sábado, ao contrário do que se poderia pensar, é o pior dia. É uma dica relevante para o pessoal do mercado imobiliário que tem fan page na mais conhecida rede social.

MELHORES MOMENTOS NO TWITTER

A mesma pesquisa aponta que, no Twitter, as coisas se passam um pouquinho diferente: o melhor dia para compartilhamento de conteúdo é a quarta-feira (mais de 5,8 milhões de tweets), preferencialmente no horário das 20 às 21 horas. Aqui também o sábado é pouco apreciado pelos tuitadores. Se você tem alguma coisa relevante a dizer sobre imóveis em 140 caracteres, já sabe o momento oportuno.

OS SITES IMOBILIÁRIOS MAIS ACESSADOS

Outro levantamento importante, indica quais os sites imobiliários mais acessados no País. Do lado das construtoras e imobiliárias, a lista é capitaneada pela MRV, com 760.000 visitantes únicos, seguindo-se PDG, Lopes, Cyrela, Tenda e Gafisa. Do lado dos portais de busca, o Zap aparece em primeiro lugar, com 1.100.000 visitantes únicos, seguido do ImovelWeb, VivaReal Brasil, Webcasas, Lugar Certo e WiMoveis.

CAIU O NÚMERO DE NEGÓCIOS

De acordo com a Embraesp, no primeiro semestre deste ano o número de unidades lançadas no mercado paulista foi 37,2% menor do que o observado no mesmo período do ano passado. Já nas vendas, o mês de junho teve uma redução de 32,3% nos negócios, mas em relação a maio. Os números mostram que as incorporadoras tiraram o pé do acelerador.

CONFIANÇA NA CONSTRUÇÃO RECUA

O Índice de Confiança da Construção, apurado pela Fundação Getulio Vargas em parceria com o Banco Central do Brasil, mostra que no trimestre maio/julho houve um recuo de 9,5% na confiança dos empresários do setor da construção, comparativamente com o mesmo período de 2011. Uma confirmação de que o mercado imobiliário passa por uma fase de acomodação.

OUTLET IMOBILIÁRIO

A Rossi escolheu Porto Alegre para inaugurar seu primeiro outlet no Brasil. Adotando o sistema americano de “ponta de estoque”, onde os compradores recebem descontos variados (dependendo do tipo de empreendimento e do tempo de estocagem), a construtora pretende vender uma boa parte dos seus imóveis ainda não comercializados na capital gaúcha.

NOVA FRANQUIA CHEGA AO BRASIL

A rede Coldwell Banker, desconhecida para a maioria dos nossos operadores imobiliários, comunicou sua chegada ao País. A informação é que essa nova franqueadora investirá R$ 17 milhões, nos próximos 5 anos, para disputar com as também norte-americanas Century 21 e Re/Max uma fatia do mercado. A confiança estrangeira é um bom sinal para os brasileiros.

JÁ ESTAMOS SABENDO GASTAR

Na avaliação do Banco Central, o aumento do endividamento das famílias se deve, em boa parte, à expansão dos financiamentos habitacionais. Para o BC, trata-se de uma notícia positiva, pois mostra que os brasileiros estão formando patrimônio, ao invés de simplesmente gastar, e que seu poder aquisitivo cresceu. O comprometimento da renda das famílias com dívidas também diminuiu.

AUMENTOU O NÚMERO DE INQUILINOS

Apesar do enorme crescimento do mercado imobiliário observado nos últimos anos, a maior parte da população brasileira ainda é constituída de inquilinos. Na verdade, segundo o IBGE, aumentou o número de pessoas que moram de aluguel: de 14% em 2000 para 18% em 2010. Uma informação relevante para os investidores que estão atrás de renda mensal.

Fonte: Carlos Alceu Machado (www.cam.adv.br)

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Bill Gates fala sobre o que as escolas não ensinam

Para você viasulizar melhor, clique na imagem:

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Palestra sobre Investimentos Imobiliários

Compartilho esta foto com os leitores mostrando que os investidores estão anciosos por informações sobre o mercado imobiliário. A palestra com Rafael Severo e Tales Bergmeyer Morigi, sócios da Escola de Investidores, estava lotada.

Todos os meses a Escola de Investidores ministra cursos presenciais em Porto Alegre e online para todo Brasil. Entre em contato e conheça as novidades que o mercado imobiliários nos oferece. E não estou falando de oferta de imóveis, fiquem tranquilos! É investimento de verdade, desde a origem. Antes do pré-lançamento!

Fale conosco: (51) 3519.8297 ou contato@oficinainvest.com.br

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Notas do Mercado Imobiliário

CRESCEU A VENDA DOS NOVOS EM SP

De acordo com o Secovi-SP, na contramão de outras cidades, a capital paulista viu crescer em mais de 13% o número de imóveis novos vendidos nos primeiros cinco meses do ano, em comparação com igual período de 2011. Os apartamentos de 2 dormitórios despontaram em maio, envolvendo quase 60% das negociações. Tendo em vista a desaceleração geral do mercado imobiliário, trata-se de um desempenho a ser comemorado.

DESTAQUE PARA OS PEQUENOS

Conforme o mesmo Secovi, as economias residenciais com área útil entre 46 m² e 65 m² lideraram as vendas, com mais de 41% do total de imóveis transacionados. A seguir, vieram os imóveis com área entre 66 m² e 85 m², com 20,3%; depois, os imóveis com área inferior a 45 m², com 16,2%; por fim, os imóveis com área entre 86 m² e 130 m², com 13,9%. Os números mostram que nada menos que 77,5% das operações disseram respeito a imóveis com área útil de no máximo 85 m².

A INTERNET E VOCÊ

Quase todas as pessoas ligadas ao setor imobiliário sabem que o mundo digital é imprescindível para alavancar os negócios, mas ainda desconhecem como utilizá-lo eficazmente. Fica então a dica de três mecanismos de uso obrigatório – e gratuito! – por quem quiser permanecer vivo no mercado: e-mail próprio (que deve ser aberto diariamente), anúncio dos seus imóveis em portais imobiliários e divulgação do seu nome nas redes sociais.

CHEGARAM OS OUTLETS

Novidade que vem ganhando espaço, porém com futuro é incerto, é a do Outlet. O foco é a oferta de imóveis novos, concluídos ou em construção, com descontos de até 30%. As unidades imobiliárias postas à venda fazem parte do estoque de construtoras e incorporadoras, que adotam a regra geral de que produto guardado gera custo e deve ser liquidado. Os estoques são compostos de economias lançadas no mercado há mais de seis meses ou que, depois de prontas, já receberam o Habite-se.

A VEZ DO SHOWROOM

Os marqueteiros das construtoras não estão tendo descanso. Na tentativa de reverter a queda nas vendas, eles passaram a apostar suas fichas em showrooms visando atrair a atenção dos compradores. Nesses espaços, as empresas apresentam todos os seus empreendimentos de uma só vez e das mais diversas maneiras: unidades mobiliadas, maquetes físicas e digitais, apresentações multimídia, fotos em 360º, projeções holográficas etc. E, claro, tudo controlado por um boa equipe de corretores.

ESTANDES TURBINADOS

Mas os estandes não perderam o prestígio adquirido ao longo dos últimos anos. Agora turbinados com comidas e bebidas fartas e de graça, playgrounds para as crianças ficarem entretidas enquanto os pais negociam, serviços gratuitos de manicure e pedicure, eventos com todo tipo de celebridade, os estandes ainda são um dos pontos que mais geram vendas para as grandes imobiliárias e incorporadoras.

SEGURO CONSTRUÇÃO

Muita gente não sabe, mas é de quem vende e não de quem compra a responsabilidade pelo pagamento do seguro construção. Isso porque, quem se beneficia com o seguro é a construtora, que em caso de sinistro recebe da seguradora o valor necessário à conclusão da obra. Além do mais, o seguro garante apenas que o empreendimento segurado será concluído, não porém que ele será entregue no prazo previsto.

PARA CONSTRUIR OU REFORMAR

Para quem não tem pressa, os consórcios imobiliários continuam sendo uma boa opção. Afora o seu tradicional uso na compra e venda, incluindo terrenos e casas de lazer, essa modalidade de financiamento se presta igualmente à construção e reforma de imóveis novos e usados. O consorciado também pode fazer uso do seu FGTS para dar lance, complementar carta de crédito e amortizar saldo devedor.

CUIDADOS NA LOCAÇÃO

Com o aumento generalizado da inadimplência e a incapacidade do Judiciário de julgar os processos, todo cuidado é pouco na hora de alugar. É preferível um imóvel vazio do que um mal locado. Por isso, é absolutamente indispensável a quem opera na área estar associado a uma entidade de proteção ao crédito, coletar o maior número de informações possíveis a respeito dos pretendentes a inquilino e analisar detidamente a situação patrimonial de possíveis fiadores.

Fonte: Carlos Alceu Machado 9/7/12

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Aluguel: saiba como recolher imposto sobre rendimento

SÃO PAULO – Apesar de muitos contribuintes desconhecerem o impacto do Imposto de Renda sobre os recebimentos de aluguéis, é importante deixar claro como isso funciona nas situações em que o imóvel está alugado para uma empresa ou quando está alugado para uma outra pessoa física.

Empresas versus pessoas físicas

Quem recebe aluguel de imóvel locado para uma empresa tem o IR retido pela fonte pagadora. Isto é, a empresa paga para você o valor do aluguel, mas já desconta a parcela do IR, e é ela a responsável pelo recolhimento do tributo retido à Receita Federal. Nesse caso, se trata de rendimento e deve ser declarado como Rendimento Tributável recebido de Pessoa Jurídica, informando a parcela de IR já retida na fonte.

Agora, caso o inquilino seja uma pessoa física, você deverá recolher mensalmente o imposto sobre o valor recebido pelo aluguel, através do famoso carnê-leão, formulário para pagamento do imposto das pessoas físicas. Trata-se de um DARF (Documento de Arrecadação da Receita Federal) recolhido sob o código 0190.

Carnê-leão permite abatimentos

No caso do recolhimento do carnê-leão, antes de calcular o imposto sobre o valor do aluguel do imóvel, é possível deduzir as despesas permitidas por lei da base de cálculo do imposto.

Entre as despesas que podem ser deduzidas estão os gastos com dependentes, com contribuição previdenciária, pagamento de pensão alimentícia etc. Após deduzir todas estas despesas do mês no valor do seu aluguel, você terá o valor líquido do aluguel, sobre o qual incidirão as alíquotas do IR.

Vale ressaltar que a tributação só ocorrerá caso este valor líquido (base de cálculo) seja igual ou superior a R$ 1.313,70 por mês. O mesmo acontece no caso em que o inquilino pessoa jurídica for descontar o IR na fonte. Valores abaixo de R$ 1.313,69 são considerados rendimentos isentos ou não-tributáveis.

Nem sempre aluguel abaixo do teto é isento

No entanto, estas considerações devem ser levadas em conta apenas quando o rendimento é analisado isoladamente. Como se trata de um rendimento provindo do aluguel de um imóvel, ele deve ser incorporado à sua renda mensal, somando salários e eventuais aposentadorias.

Neste sentido, isto significa que se você recebe R$ 500 por mês de aluguel estaria, teoricamente, isento do pagamento do imposto de renda. Mas se você possui um salário de R$ 1.000,00, que também seria isento de IR, por exemplo, sua renda tributável será de R$ 1.500,00, acima, portanto, do teto de isenção do imposto de renda. Neste caso, fica claro que nem sempre o rendimento de aluguel na faixa de isenção está isento da incidência do IR.

Fonte: Uol Economia

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Sequência de palestra de sucesso do Salão Pense Imóveis mostra como será o futuro para investidores imobiliários

Palestra de Tales Bergmeyer Morigi e Rafael Severo, proprietários da Escola de Investidores, foi continuação da apresentação “Investimentos Imobiliários: os segredos de quem investe”

Assim como a palestra feita no sábado, 23 de junho, por Tales Bergmeyer Morigi e Rafael Severo, da Escola de Investidores, a apresentação deste domingo, 24 de junho de 2012, atraiu um grande número de pessoas. O público praticamente lotou o auditório do Salão Pense Imóveis para conferir a palestra Como será o futuro para os investidores imobiliários, apresentada pela dupla.

Tales Morigi começou a palestra falando sobre “investimentos em imóveis x investimentos na bolsa de valores”. Depois ele respondeu à pergunta “os imóveis estão caros no Brasil?”, mostrando o ranking de preços dólar/m² de imóveis ao redor do mundo. Mônaco está em primeiro lugar com 59.814 dólares/m², seguido por Inglaterra com 23.358 dólares/m² e Rússia com 18.487 dólares/m². O Brasil aparece em 65º lugar na lista com 2.616 dólares/m².

Outro ponto importante da apresentação foi o tópico crédito imobiliário. Os investidores mostraram que, hoje em dia, a concorrência entre os bancos para atrair clientes está cada vez mais acirrada. A disputa entre as instituições financeiras é grande. Cada uma quer oferecer as melhores condições. Em 2011, por exemplo, houve recorde histórico de financiamento imobiliário no país com R$ 79,9 bilhões.

A mobilidade social também é um ponto importante para quem quer investir em imóveis. Tales Morigi e Rafael Severo mostraram, com base em dados da Fundação Getúlio Vargas, que há uma migração de classes. Em 2009, por exemplo, a classe C brasileira tinha 95 milhões de pessoas. Em 2014, a previsão é de que a classe C atinga 113 milhões. A classe A/B em 2009 era de 20 milhões, em 2014 deve chegar a 31 milhões de pessoas. Esses dados são essenciais para que o investidor possa saber onde pode atuar com segurança e onde estão as pessoas que têm dinheiro para continuar consumindo.

A palestra de domingo de Tales Bergmeyer Morigi e Rafael Severo, da Escola de Investidores, foi uma sequência da do dia anterior intitulada Investimentos Imobiliários: os segredos de quem investe.

Fonte: Salão Pense Imóveis

Palestra “Investimentos Imobiliários: os segredos de quem investe” é recorde de público nesta edição

O investimento no mercado imobiliário nunca esteve tão em alta, despertando cada vez mais o interesse de diversos públicos. Apalestra “Investimentos Imobiliários: os segredos de quem investe” foi um reflexo desta grande procura, ao lotar o auditório do Salão Pense Imóveis 2012, que conta com capacidade para 60 participantes.

Solucionando as principais questões em discussão no mercado atual, estiveram presentes no Salão Pense Imóveis 2012 Tales Bergmeyer Morigi e Rafael Severo, proprietários da Escola de Investidores, com matriz em Porto Alegre.

Iniciando a palestra, Tales Morigi apresentou os principais focos de atenção para quem pretende investir no mercado imobiliário em 2012, atentando para a evolução do perfil do comprador de imóvel hoje e como será em 2023, ano que, segundo projeções econômicas, terá o maior pico de compra de imóveis da próxima década: “Se hoje temos, em maioria, compradores de imóveis na faixa dos 35 anos de idade, veremos esse cenário abranger um nicho de 25 a 45 anos, nos próximos tempos”, afirmou.

Como potencial aposta do momento, Tales citou o atual mercado hoteleiro de Porto Alegre, que não tem conseguido atender as demandas. “É necessário investir em empreendimentos nessa área, não apenas pelas necessidades geradas pela Copa do Mundo de 2014, mas pela demanda existente desde agora, que não consegue ser atendida plenamente”, alerta.

Ao falar de um dos temas mais aguardados da tarde, a compra de um imóvel na planta, Rafael Severo afirmou que hoje o mercado não está mais favorecendo quem investe nesse segmento para revenda após a finalização das obras: “Para quem compra na planta para morar está fazendo um ótimo negócio, pois terá ganho patrimonial garantido. Já quem pretende revender, não está com muitas vantagens pois o imóvel passa a competir com outros empreendimentos, até mesmo com os da mesma construtora da qual comprou”, alerta.

A palestra também favoreceu os iniciantes no ramo do investimento. De acordo com Rafael, quem pretende entrar no segmento deve apostar no conhecimento prévio do mercado, através de fontes confiáveis: “O novo investidor deve apostar no conhecimento de fontes oficiais, nas tradicionais imobiliárias de bairro e é claro, no dos investidores mais experientes”, aconselha. Outro fator que deve ser levado em conta, segundo Rafael, é a forte tendência dos investimentos coletivos: “De acordo com o movimento de mercado atual, aconselho o iniciante a entrar em investimentos com um grupo de amigos confiáveis, não sozinho”, defende.

A dupla de palestrantes elucidou ainda dúvidas sobre investimentos em leilões, barganha, impostos e fundos de investimentos. Neste domingo, 24 de junho, está confirmada asequência da palestra de hoje, ministrada pela Escola de Investidores. O tema que dá continuidade é “Como será o futuro para os investidores imobiliários”,  às 17h, no auditório do evento que ocorre até segunda-feira, dia 25, no  Centro de Eventos doBarra Shopping Sul.

Escola de Investidores no Salão Pense Imóveis

Salão Pense Imóveis é a oportunidade do ano para quem quer conhecer os melhores empreendimentos residenciais e comerciais de Porto Alegre e região. Em um mesmo espaço estão reunidas construtoras, incorporadoras, imobiliárias, instituição financeira e outros serviços para que o visitante conheça detalhes de uma série de oportunidades de negócio.

Além de visitar os estandes e conhecer imóveis em destaque você poderá participar de palestras gratuitas.

Clique aqui para checar a programação e para fazer sua inscrição online.

A Escola de Investidores estará no Salão Pense Imóveis com as seguintes palestras:

Dia 23/6/12- Investimentos Imobiliários: os segredos de quem investe

Palestrante: Rafael Severo e Tales Bergmeyer Morigi, Escola de Investidores
Hora: 17h30

Dia 24/3/12- Como será o futuro para os investidores imobiliários

Palestrantes: Rafael Severo e Tales Bergmeyer Morigi, Escola de Investidores
Hora: 17h

Para maiores informações fale conosco: contato@oficinainvest.com.br

Construir imóvel pode ser 30% mais barato; veja prós e contras

SÃO PAULO – Para realizar o sonho da casa própria, os consumidores têm hoje várias opções. Mas em que seria melhor investir: num imóvel pronto para morar ou em um terreno, em que é possível começar do zero a construção?

Para Leonadro Paranaguá, diretor financeiro da Scopel, empresa de desenvolvimento urbano, a escolha de uma destas opções dependerá tanto do preço quanto do local.

Terrenos x apartamentos
A compra do terreno tem duas grandes vantagens: o poder de construir uma residência sob medida para sua família e o custo final. “Um imóvel pode sair até 30% mais barato quando a pessoa compra um terreno e depois constrói a residência”, diz Paranaguá.

Mas essa opção não está ao alcance de todos. Quem deseja morar em regiões centrais dificilmente encontrará um terreno disponível para construção a preços razoáveis. Em São Paulo, por exemplo, o consumidor só encontrará uma grande oferta de terrenos em bons loteamentos nas proximidades de rodovias como Castello Branco, Anhanguera ou Bandeirantes.

A opção pelo terreno também pode esbarrar na necessidade de aportar mais recursos. O problema está na oferta de crédito, mais restrita no caso da compra de um terreno.

“Hoje a vantagem de comprar um apartamento pronto é a opção do financiamento, que pode se estender por 30 anos sem nenhum pagamento relevante”, explica o diretor financeiro da Scopel.

Já quando alguém compra um terreno, os pagamentos estão concentrados durante a construção do loteamento. É preciso pagar todas as prestações do lote antes de iniciar a construção. Concluído o pagamento, o consumidor poderá tomar um empréstimo para começar a construir a residência. Bancos como a Caixa Econômica Federal possuem linhas de crédito para financiar o material de construção.

Preços dos imóveis
Hoje, os preços dos imóveis estão altos porque os valores dos terrenos estão subindo e os custos de produção e construção acompanham esta alta. Segundo Paranaguá, a margem de lucro das empresas de incorporação nunca foi alta, atingindo uma média de 15%.

“O preço do imóvel e do terreno tem ligação direta. Atualmente o custo médio de uma construção partindo do zero é de R$ 2 mil a R$ 2,5 mil por metro quadrado”, diz. Quando uma incorporadora vende um imóvel por R$ 10 mil o metro quadrado, por exemplo, é porque gastou em média R$ 6 mil com o terreno e a compra de licenças da prefeitura para a construção do imóvel.

Mas em geral, o preço do terreno não é tão alto. “O preço do terreno pode chegar até 40% do preço do imóvel dependendo do lugar”, explica Paranaguá.

Perspectivas
O diretor da Scopel não acredita que o preço dos imóveis poderá recuar no Brasil. “A demanda por imóvel residencial mantém a estabilidade anual, até porque todo ano novas famílias vão sendo formadas e buscam seu próprio imóvel. O mesmo não acontece no mercado imobiliário comercial, já que essa demanda é perigosa e pode cair”, explica Paranaguá.

Fonte: Infomoney 31/5/2012 http://www.infomoney.com.br/imoveis/noticia/2450767-construir+imovel+pode+ser+mais+barato+veja+pros+contras

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Notas do Mercado Imobiliário

A CORRIDA PELOS PEQUENOS
No mês de janeiro, em São Paulo, aumentou extraordinariamente a procura por apartamentos pequenos, com baixa metragem quadrada, onde predominam as quitinetes e as unidades de um dormitório. De acordo com o SECOVI-SP, nada menos que metade de todos os imóveis comercializados na capital, novos e usados, tinham até 65 m². De lá para cá, a tendência parece não ter se alterado. Mais uma indicação de que o mar não está para peixe.

CORRETORES QUALIFICADOS
O mercado imobiliário anda cada vez mais exigente na hora de contratar o pessoal de vendas. As maiores empresas só estão admitindo corretores de imóveis com curso superior, ou que ao menos estejam cursando uma faculdade, preferentemente de Arquitetura, Engenharia, Administração ou Direito. E não é só: ótima comunicação e amplo domínio de softwares de computador e da internet também são exigidos. Mas a possibilidade de ganhos baixou: agora, segundo os mesmos empregadores, a média é de R$ 5.000,00.

DÁ TRABALHO, MAS É IMPRESCINDÍVEL
A tarefa de manter um imóvel com a documentação em dia é de fundamental importância para o seu proprietário. Da averbação de uma construção, que comprova sua introdução em um terreno, até o registro de um formal de partilha, que demonstra a transferência do bem a terceiros, tudo é essencial. Quando o tempo passa e as regularizações são deixadas para trás, a dor de cabeça é certa. Por conta disso, a atividade de despachante imobiliário, que não exige registro no CRECI, vem proliferando em todo o País.

COMPRADORES JOVENS
Metade dos adquirentes de imóveis residenciais do Grande ABC tem entre 22 e 35 anos, de acordo com levantamento realizado por uma imobiliária paulista. Trata-se de um público formado por solteiros ou recém-casados, interessado em imóveis pequenos, cujos preços naquela região oscilam de R$ 200 a R$ 250 mil. Normalmente com boa capacidade financeira, essas pessoas querem usar financiamento e FGTS nas aquisições. Essa pesquisa, associada com outras realizadas em lugares diferentes, mostra que estamos assistindo uma importante mudança no perfil dos compradores de imóveis no Brasil.

FRAÇÕES: UM NOVO NEGÓCIO
Começa a ganhar fôlego no Brasil o mercado de compra e venda fracionada de unidades autônomas, para uso temporário. O sistema não se confunde com o conhecido time sharing, ou tempo compartilhado, porque neste o adquirente nunca é o proprietário do imóvel, apenas exerce sua posse durante um certo período de tempo. Já na alienação fracionada, o adquirente recebe a escritura da sua quota ideal e pode negociá-la livremente. Muito útil para capitais, cidades turísticas e outras que recebam muitos visitantes.

A NECESSIDADE DA INCORPORAÇÃO
A pergunta que nunca quer calar: O que é preciso para se negociar imóveis na planta ou em construção? Basicamente, a incorporação do empreendimento, sem a qual a oferta pública constitui ilícito civil e penal, podendo o incorporador responder com seus bens pessoais por qualquer dano causado ao consumidor. A Lei nº 4.591/64 é clara ao dispor que nenhuma incorporação poderá ser proposta à venda sem a indicação expressa do incorporador, devendo também seu nome permanecer indicado ostensivamente no local da construção.

OS JUROS DA POUPANÇA
A queda dos juros da poupança deverá vir acompanhada de conseqüências mercadológicas positivas. Com a alteração da sistemática do cálculo de remuneração das cadernetas, o Comitê de Política Monetária está liberado para reduzir a taxa Selic; com ela, cairão os juros cobrados nos mútuos habitacionais, fazendo com que mais pessoas decidam tomar financiamentos para a compra de imóveis. Além disso, tendo seus ganhos achatados, é grande a chance de investidores insatisfeitos migrarem suas aplicações para o mercado imobiliário. Ponto para a indústria da construção civil.

REDUÇÃO DO CRÉDITO IMOBILIÁRIO
Por outro lado, há quem entenda que as alterações nas cadernetas podem resultar numa redução dos empréstimos habitacionais. Isso porque, como a poupança é a principal fonte de abastecimento do Sistema Financeiro da Habitação (65% dos depósitos devem ser aplicados no setor), uma eventual escassez nessa área acarretaria uma diminuição dos financiamentos. Se isso ocorrer, a saída será aumentar a captação dos certificados de recebíveis imobiliários, dos fundos de investimento imobiliário e das cédulas de crédito imobiliário, que são as fontes alternativas de crédito.

RESCISÃO DE ADMINISTRAÇÃO
Perguntam-me se um locador pode romper a qualquer tempo o contrato que mantém com uma imobiliária para administrar a locação do seu imóvel. Bem, o Código Civil diz que se o prestador de serviço for despedido sem justa causa, a outra parte será obrigada a pagar-lhe integralmente a remuneração vencida, mais a metade daquela que lhe caberia da data da rescisão até a do termo legal do contrato.

Fonte:  Carlos Alceu Machado (www.cam.adv.br)- 7/5/12

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Geração Y: jovens querem imóveis bem localizados e pequenos

SÃO PAULO – A localização parece ser o fator fundamental na hora dos jovens escolherem um local para morar. Eles buscam, principalmente, casas ou apartamentos próximos a supermercados, farmácias e shoppings e também perto de onde estudam e trabalham.

Estar próximo aos pontos de acesso ao transporte público também é um diferencial. De acordo com o diretor comercial e de localizações da Primar Administradora de Bens, Carlos Freitas, os bairros centrais estão entre as primeiras opções daqueles que têm ente 15 e 25 anos.

Sem perder tempo
Essas preferências se justificam pela aversão do jovem em perder seu tempo, já que, morando longe dos locais de onde trabalham e estudam, ele passa muito tempo no trânsito, enquanto poderia estar estudando ou mesmo se divertindo.

O perfil dos jovens de hoje é bastante diferente, se comparado ao de outras gerações. Esse grupo que faz parte da geração Y é composto por indivíduos que possuem maior nível de escolaridade e que conseguem alavancar sua carreira de forma mais rápida.

“Além disso, o acesso ao crédito está mais fácil e existem várias opções que ajudam na hora de comprar ou alugar um imóvel”, afirma Freitas. Agora, o casamento não é mais o único motivo para sair de casa. O trabalho e o estudo são fatores importantes para tal decisão.

O tamanho
Além da localização, o tamanho do imóvel também é um ponto relevante. A procura por quitinetes cresceu consideravelmente. Os imóveis pequenos, que têm de um a dois quartos, normalmente são suficientes para acomodar os jovens.

Os solteiros ou os casados que ainda não têm filhos usualmente dispensam grandes espaços.

Quando ainda são jovens, o foco da vida está na carreira e na formação profissional, por isso, a habitação deve atender às necessidades atuais e não futuras. O aluguel também é interessante, pois permite flexibilidade em caso de mudanças de planos.

Porém, o que realmente vai determinar a compra ou o aluguel do imóvel é a renda do jovem. Aqueles com menor renda ou que quer economizar prefere os estúdios sem divisórias, já que são boas opções que permitem diferentes formas de utilizar o espaço.

Os lofts são outra modalidade, mas para um público de renda mais alta. Aqui, a área social se mistura com a de serviços, mas o quarto e o banheiro ficam em um mezanino, assegurando a privacidade.

Por fim, vale destacar que a comodidade do condomínio também atrai os jovens. Itens como piscina, espaço gourmet, salão de festas, academia e cinema permitem diversão e descanso, sem sair de casa.

“O pagamento é mensal e, dependendo das condições financeiras, a taxa pode pesar com o passar do tempo. Para encontrar preços mais acessíveis, é preciso dispensar estes benefícios”, recomenda Freitas.

Fonte: Infomoney.com.br – 13/04/2012

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Curso online sobre investimentos no mercado imobiliário

Agora, a Escola de Investidores também disponibiliza uma versão ONLINE do primeiro curso de investimentos imobiliários do Brasil, o curso Aprenda a Investir no Mercado Imobiliário: conheça as estratégias utilizadas por investidores de sucesso que estão ao seu alcance.

Abordamos de forma prática e simples estratégias vencedoras utilizadas por grandes investidores de sucesso durante décadas, sem exigir que você tenhaconhecimento prévio na área.

Descubra estas estratégias que antes eram guardadas a sete chaves e entenda como elas estão acessíveis a você, e melhor, sem precisar de muito dinheiro!

Na modalidade online são abordados os mesmos assuntos do curso presencial e com a mesma carga horária. Além disso, você tem a vantagem de ter um um chat com um Professor tira dúvidas a medida que o curso acontece, Criamos esta modalidade devido a procura de todos os cantos do Brasil por nosso curso inovador!

Para maiores informações sobre o curso acesse: http://migre.me/8Klck

Comercial é boa opção para lucrar

Quem investe?

De acordo com os consultores da Trend Investimentos Imobiliários, Rafael Severo e Tales Morigi, há dois perfis de investidores em imóveis comerciais: um é o investidor interessado em formar uma carteira de imóveis focada em aluguéis. São empresários ou profissionais liberais, focados em aumentar sua carteira de ativos que geram uma renda mensal regular. Este investidor adquire tanto salas comerciais, como lojas, armazéns, pavilhões industriais, ou terrenos com vocação de locação com fins comerciais. O outro perfil é o do investidor com um perfil mais especulativo, que tem interesse em adquirir imóveis comerciais em regiões de desenvolvimento, com a intenção de comprar imóveis na planta e revendê-lo ganhando com a valorização do mesmo. A escolha é feita devido ao grande potencial de valorização, e o investidor confia no ganho de valor do imóvel no decorrer da obra.

Entre 1999 e 2005, a construção e investimento em imóveis comerciais ficaram estagnados em Curiti­­ba. Há sete anos, o mercado se voltou para esse nicho, que atrai, principalmente, profissionais liberais. “Esse tipo de imóvel não existia na cidade e com o aquecimento da de­­manda residencial, cresceu também a oferta dos co­­merciais. Mas ainda há muito es­­paço para esse tipo de imóvel”, considera Carlos Paulino, vi­­ce-pre­­sidente de Lança­mentos e Comercialização Imobi­liária do Sindicato da Habitação e Condo­­mí­­­nios do Paraná (Secovi-PR).

O segredo de sucesso para esses imóveis é a localização. Batel, Agua Verde, Portão, São Francisco, Re­­bouças, Centro Cívico, Seminá­rio e Vila Izabel devem ser os bairros mais assediados para receber esses empreendimentos, de acordo com pesquisa da Associação dos Diri­­gen­tes das Empresas do Mercado Imo­­biliário no Paraná (Ademi-PR).

Os prédios comerciais costumam ficar próximos de locais com grande oferta de serviços. Em localizações mais afastadas, o mercado ainda não garante o sucesso do empreendimento. “A procura por imóveis comerciais vai continuar grande pelo menos nos próximos dois anos, ainda existirá espaço para os comerciais. “Houve algumas tentativas fora da região central, como um empreendimento na Linha Verde. Aos poucos, ve­­mos que o perfil desse segmento pode mudar, mas a concentração ainda será na região central”, co­­menta Luis Fernando Koehler de Camargo, proprietário da imobiliária Habitec.

De acordo com ele, quem compra os imóveis são os investidores, que tem como objetivo alugar as salas ou espaços corporativos no futuro. “As empresas têm maior chance de alugar e preferem pagar primeiro mensalmente para de­­pois adquirir algo próprio”, acrescenta.

Renda futura

O investimento feito em uma sala comercial ou andar corporativo não costuma ser a primeira aquisição do investidor. “As pessoas que já tem o residencial, que é um porto seguro, costumam adquirir o comercial, que fornece uma rentabilidade maior”, explica Daniel Pazzini, da imobiliária WBonato. Foi por meio da imobiliária que o consultor de sistemas Emanuel Conte Chiappetto, 32 anos, adquiriu sua primeira sala comercial, no City Centro Cívico, empreendimento multiuso da Tecnisa. “Pes­­quisando o mercado, vimos que havia falta de salas comerciais e o aluguel de um imóvel desse fica em torno de 1% do valor de venda, enquanto a locação de um imóvel residencial paga entre 0,5% e 0,8% do preço total”, justifica.

Ele vai investir cerca de R$ 300 mil.Nos planos de Chiappetto está a aquisição de ou­­tras salas do mesmo tipo. “Embora os residenciais também sejam bastante lucrativos, o comercial vale mais a pena, por causa da valorização”, afirma.

Fonte: Gazeta do Povo : http://www.gazetadopovo.com.br/imobiliario/conteudo.phtml?id=1229600

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PROMOÇÃO- Curso:”Invista no Mercado Imobiliário”

Promoção Escola de investidores e Social Fox

“Curso Invista no mercado imobiliário como os investidores de sucesso”.

Para ver a promoção clique aqui: http://www.socialfox.com/1111/8-horas-de-curso-online-para-aprender-a-investir-no-mercado-imobiliario-de-r35000-por-r7000.html

Cursos ocorrem aos Sábados das 9:30 às 17:00, ou durante duas noites da semana das 19:00 às 22:30, de acordo com calendário de curso.

Turmas de 50 alunos na modalidade online via sala de aula virtual.

O comprador escolhe seu horário dentro de um calendário que será enviado por e-mail e que também estará disponibilizado no site.

Este curso foi preparado para que iniciantes no mercado imobiliário entendam quais são as ferramentas utilizadas por investidores de sucesso e como aplicá-las a sua realidade. Serão abordados assuntos como o investimento imobiliário aplicado a suas finanças pessoais, o IGMI, investidores que são benchmark neste ramo, a bolha imobiliária, os tipos de investimento, compra na planta, estratégias com terrenos, fundos de investimentos imobiliários, onde estão as barganhas, o mercado de incorporação e como você pode investir e ganhar em sociedade com as construtoras. Solicite o programa detalhado em contato@escoladeinvestidores.com.br.

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Incorporadora dos EUA desembarca no Brasil com plano de US$ 1 bi

Com o plano de investir US$ 1 bilhão em três anos, a incorporadora Related Brasil anunciou sua chegada ao país com uma meta ambiciosa: estar entre as maiores empresas do setor neste mesmo prazo.

Criada a partir das incorporadoras norte-americanas The Related Group e Related Companies, a nova empresa começa a dar os passos iniciais em território brasileiro com a estimativa de destinar US$ 120 milhões aos primeiros projetos, que devem ser lançados em cerca de três meses.
“A intenção é estar entre as maiores empresas (incorporadoras) em três anos”, disse o presidente-executivo da Related Brasil, Daniel Citron, que foi presidente no Brasil da gestora de investimentos imobiliários de alto padrão Tishman Speyer. Entre as maiores construtoras e incorporadoras do país estão a PDG Realty e Cyrela Brazil Realty.

Segundo Citron, o aporte de US$ 1 bilhão –formado por recursos próprios e de terceiros– deve se converter em VGV (Valor Geral de Vendas) entre três e quatro vezes maior até 2014. Este ano, a empresa deve ter de três a quatro projetos no país.
“De todas as possibilidades que olhamos, o país com maior potencial de crescimento nas próximas duas ou três décadas é o Brasil”, afirmou o cubano Jorge Pérez, um dos sócios da Related Brasil.

O Related Group, fundado em Miami por Pérez, e a Related Companies, criada por Stephen Ross em Nova York, estão entre as maiores incorporadoras dos EUA, com portfólio combinado de cerca de 20 bilhões de dólares. Ross também é sócio da Related Brasil.
“Vemos (no Brasil) muitas das características encontradas nos Estados Unidos anos atrás”, acrescentou. Para atingir a meta de alcançar o topo do setor, a Related considera parcerias e até mesmo aquisições.

Com posicionamento nos padrões de renda médio e alto, a nova empresa ainda não formou um banco de terrenos e está negociando áreas para empreendimentos nos segmentos residencial, comercial (venda e locação), hoteleiro e projetos de desenvolvimento urbano.
TIME BRASILEIRO

Os sócios da Related Brasil se apoiam no argumento dela ser a única incorporadora de origem totalmente norte-americana a investir no país por meio da criação de uma empresa nacional.
Com escritório sediado na região da avenida Faria Lima, em São Paulo, Citron está cuidando atualmente de compor a diretoria da companhia, que será composta por brasileiros.

“Não queremos saber mais que os brasileiros… vamos trazer conhecimento. Estamos falando com empresas aqui, queremos firmar parcerias e ser uma empresa brasileira, não apenas ter um ou dois projetos”, disse Pérez.
Ele acrescentou que o grupo vem negociando parcerias em projetos com “grandes empresas” no Brasil, principalmente parcerias regionais. A Related também recorrerá a parceiros por não ter construtora própria.

Embora não descarte operar em cidades carentes de terrenos como São Paulo e Rio de Janeiro, o comando da companhia está de olho na região Nordeste.
“É mais fácil entrar onde os preços não subiram tanto, onde existe mais área disponível… o Nordeste oferece mais possibilidades”, disse Citron.

Inicialmente, a Related Brasil deve ter participação pequena nas operações do grupo norte-americano, mas a fatia tende a aumentar gradualmente e se tornar parte relevante, segundo Pérez.
Embora a companhia tenha projetos isolados em outros países da América Latina, como México, Colômbia e Uruguai, o executivo ressaltou que o Brasil será “foco de atenção” do grupo agora.

“BOLHA” DE PREÇOS
Sob a sombra da possibilidade de formação de uma bolha imobiliária no Brasil, Pérez disse estar sempre preocupado, sobretudo se considerados os preços em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, quando comparados a Miami, por exemplo.

“A preocupação é se os preços estão altos porque a demanda é alta e se a demanda cair eles vão cair também”, afirmou, ponderando que o Brasil tem a seu favor o aumento de renda da população e a migração de classes.
“Diferentemente dos EUA e da Europa, a classe com maior poder de compra está crescendo de forma muito mais forte, suportando o mercado”, assinalou.

Fonte: Jornal de Floripa  -  28/02/2012
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Investidores preferem unidades menores

Maior liquidez de apartamentos de um quarto e estúdios está atraindo pessoas interessadas em comprar para alugar

Preço mais baixo para comprar, promessa de facilidade para vender e alugar estão entre os motivos que levam os investidores a procurarem, majoritariamente, os imóveis compactos, que são os apartamentos de um quarto ou estúdios (as antigas kitinetes). A oferta desse produto dobrou entre 2003 e 2011 e 50% da procura é feita por quem compra para lucrar, de acordo com pesquisa da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná.

Esse tipo de imóvel costuma ser a porta de entrada dos investidores no mercado imobiliário. “Os compactos sempre estiveram na carteira dos investidores, mas vemos um movimento crescente de pessoas que estão comprando o primeiro imóvel e preferem as unidades menores”, comenta Eduardo Quiza, diretor de incorporações da Invespark. De acordo com ele, os compactos são baratos na hora da aquisição, o que significa um investimento menor. Além disso, imóveis menores têm maior chance de serem ocupados por um inquilino depois de pronto. “Se o interesse é deixar o imóvel à disposição para aluguel, essa é a melhor escolha”, completa.

Mais que manter alugado – e, portanto, sem despesas –, quem investe em um compacto adquire uma boa moeda de troca em investimentos futuros. É isso que argumenta Vilson Leal, corretor de imóveis da Investbens. “Pela experiência no mercado, vemos que os apartamentos menores são significativamente mais fáceis de serem negociados”, indica. Se o compacto for o primeiro investimento, a indicação para comprá-lo é ainda maior. “O compacto é sempre bem visto em uma nova negociação, isso facilita o negócio do pequeno investidor”, ressalta.

Os números mostram que a procura maior influencia os produtos oferecidos pelas construtoras e incorporadoras. Se, em 2003, eram 133 unidades desse tipo disponibilizadas em lançamentos verticais, em 2011 essa oferta passou para 1.712 unidades. A região de Curitiba que concentra esse tipo de imóvel são os bairros centrais e os corretores indicam que é nestes locais é possível garantir a valorização. “Nos bairros mais distantes, ainda não sabemos como o mercado reage a esse tipo de produto”, comenta Leal, endossando que é mais seguro investir no Cen­­tro e bairros adjacentes.

Infra-estrutura

O centro da cidade é o ponto que concentra mais unidades de um quarto e studios porque oferece maior infra-estrutura. “Comércio e serviços estão próximos e o público que vive nesse tipo de imóvel geralmente vive sozinho, ou sem carro, por isso preferem a facilidade para acessar os locais”, indica Vilson. “O equipamento urbano chama a atenção dos inquilinos”, diz Quiza, da Invespark.

Para Leal, a onda de lançamentos de compactos no centro só foi possível com a chegada de grandes construtoras em Curitiba. “Tí­­nhamos muitos terrenos disponíveis, mas só as empresas maiores puderam explorar esse nicho. Elas têm mais capital para aquesições”, diz. “O imóvel compacto é sempre mais fácil de vender e é mais seguro, tanto para construtoras, quanto para os investidores que vão alugar ou vender”, completa.

Novo público

Além dos investidores tradicionais, as unidades compactas estão começando a chamar atenção de outro tipo de público. Jovens, que antes pagavam aluguel, agora podem assumir um financiamento, devido à facilidade de financiamento e acesso ao crédito. “Quem antes só via a locação como solução já está pensando que a compra é viável. Estudantes, jovens que acabaram de sair de casa, executivos que estão de passagem pela cidade e até mesmo o pessoal mais velho, que vai morar sozinho, estão vendo os compactos como uma boa opção. A ampliação do público anima as construtoras”, comenta Quiza.

Fonte: Gazeta do Povo- Publicado em 12/02/2012 | Taiana Bubniak

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Brasil vira 2º melhor mercado imobiliário

O boom de construções no Brasil passa a ser a principal novidade no mercado imobiliário mundial e o País se transformará em 2012 no segundo lugar mais atraente para investidores estrangeiros, superando a China e toda a Europa. Uma pesquisa publicada ontem pela Associação de Investidores Estrangeiros no Setor Imobiliário (Afire, sigla em inglês), apontou ainda São Paulo como a quarta cidade mais atraente para aplicações em imóveis entre as grandes metrópoles internacionais no ano.

A pesquisa mostra que, apesar da crise, o mercado americano ainda é o que oferece as opções de investimentos em imóveis comerciais mais estáveis e seguras do mundo. Segundo a entidade, a crise já começa a dar sinais de estar sendo superada nos Estados Unidos, pelo menos no setor imobiliário.
Preços de aluguéis, pela primeira vez desde 2008, começam a subir.

Se a liderança é dos Estados Unidos, a pesquisa mostra que o boom brasileiro no setor da construção fez do País passou a atrair um interesse global. O grande destaque é a cidade de São Paulo. No ranking elaborado no ano passado, a capital paulista era a 26.ª na lista de prioridades de investidores estrangeiros.

Na classificação de ontem, subiu para a quarta posição. O local preferido de investidores em 2012 será Nova York, seguido por Londres e Washington. São Paulo superou a cidade de Frankfurt e todas as capitais de países da zona do euro e das economias dos Brics.

O crescimento da economia, eventos esportivos e as garantias legais são os fatores que transformam o País e a cidade em uma das prioridades de investidores.

“O Brasil passou a ser considerado como um lugar muito mais seguro para investir e um local onde se consegue uma boa apreciação de capital”, afirmou o CEO da entidade, James Fetgatter.

Para realizar a pesquisa, a associação consultou investidores com um portfólio total de US$ 874 bilhões pelo mundo. 42% dos entrevistados apontaram que planejam investimentos nos Estados Unidos em 2012 como o lugar que oferece as melhores oportunidades. Em 2011, porém, 64% dos entrevistados havia escolhido o mercado americano.

Segundo a pesquisa, o Brasil “roubou” investimentos dos Estados Unidos. Hoje, 18,6% dos entrevistados indicam que o País oferece as melhores oportunidades de retorno de investimentos no setor imobiliário. Em 2011, apenas 4,4% dos entrevistados escolheram o Brasil para investir.

Com o resultado, o Brasil superou a China na lista das preferências dos investidores imobiliários. Entre os emergentes, a classificação é seguida pela Turquia, enquanto Vietnã e Índia sofreram quedas.

Na Europa, a crise envolvendo o euro e a possibilidade de recessão em 2012 praticamente tirou o continente da lista dos locais preferidos por investidores. Nem mesmo a Alemanha resistiu e desabou no ranking organizado pela entidade.

A pesquisa destaca que os Estados Unidos ainda são muito almejados e foram o segundo país, depois da Grã-Bretanha, a atrair mais investimentos estrangeiros em 2011, segundo dados preliminares da Real Capital Analytics.

“O ponto baixo é que o país não promete muita valorização de capital, pois os maiores mercados já estão com preços altos”, disse Fetgatter.

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/jt-seu-bolso/brasil-vira-2%C2%BA-melhor-mercado-imobiliario/

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Curso sobre Investimentos Imobiliários!

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Retrospectiva: a década da retomada do mercado imobiliário

No início dos anos 1990, o cenário do mercado imobiliário e dos financiamentos era pouco promissor. Desde a extinção do BNH (Banco Nacional de Habitação), em 1986, o setor sobrevivia de vendas diretas, com parcelamento do preço junto aos consumidores de classe média e alta. Em 2002, o financiamento imobiliário chegava ao “fundo do poço”, com 30 mil unidades financiadas em todo o País com recursos da Poupança.

Parte desse cenário surgiu pelo desinteresse dos bancos por crédito imobiliário, em função dos prejuízos gerados pela perda de efetividade da garantia hipotecária e pelos efeitos ainda recentes da estabilidade econômica trazidos pelo Plano Real, de 1994.

Em 2001, os agentes financeiros passaram, sucessivamente, a usar a alienação fiduciária do bem imóvel em substituição à garantia hipotecária, iniciando, assim, uma nova era nos financiamentos imobiliários do SFH (Sistema Financeiro da Habitação).

Além da progressiva substituição da hipoteca pela alienação fiduciária, a edição da Lei 10.931/04 (Patrimônio de Afetação) foi fundamental para modernizar o marco regulatório do setor, propiciando maior segurança jurídica tanto para os financiadores quanto para os consumidores finais.

Estes instrumentos legais aliados ao crescimento da renda e do emprego, à mobilidade social e à consolidação da estabilidade econômica criaram ambiente favorável para o mercado imobiliário.

As aplicações de recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e da caderneta de poupança saltaram de R$ 5,8 bilhões, em 2004, para R$ 83,1 bilhões, em 2010. Este crescimento nos permite afirmar que alcançamos, no final da década, o modelo ideal de mercado imobiliário, com um bem estruturado sistema de crédito.

A mitigação dos riscos dos credores possibilitou a queda das taxas de juros: a partir de 4,5% ao ano, com financiamento pelo FGTS; e 8% ao ano, com recursos da poupança. Além da ampliação dos prazos, que hoje chegam a até 30 anos. Pratica-se, agora, o financiamento imobiliário que “cabe no bolso” dos consumidores.

Em 2001, o total de saldos de financiamentos imobiliários comparado com o PIB (Produto Interno Bruto) representava pouco mais de 1%. Em maio deste ano, esse percentual chega a 4,1%. Apesar de respeitável, é pouco expressivo se comparado com índices de países como o Chile e o México. Existe a expectativa das autoridades governamentais que o total de saldos continuará crescendo e, em 2014, chegar a 8% do PIB.

A Caixa Econômica Federal acumulou, segundo dados do primeiro semestre deste ano, mais de três milhões de contratos de financiamento, já incluídos os do programa Minha Casa, Minha Vida. Desse montante, 93% utilizaram como garantia a alienação fiduciária, e 6% a hipotecária. Note-se a inadimplência registrada no período: 1,7%. Já os financiamentos concedidos com recursos da poupança por bancos públicos e privados apresentam, desde 2007, índices de inadimplência abaixo de 1,4%.

De fundamental importância para o Brasil enfrentar a crise financeira internacional de 2008, a construção civil e imobiliária precisa de financiamento abundante para empreender e oferecer à população produtos acessíveis. O futuro do mercado imobiliário nacional depende, primordialmente, da saúde do sistema financeiro, que se mantém seguro, em parte, pela utilização da alienação fiduciária do bem imóvel nessas operações de crédito.

Qualquer dúvida acerca desse instituto de garantia poderá gerar queda de crédito, aumento das taxas de juros, retração do mercado imobiliário e prejuízo a milhões de brasileiros que ainda não adquiriram seu primeiro imóvel. O País perderá um grande aliado nesse caminho de crescimento sustentado.

Por: Celso Petrucci

Fonte: Marketing e Publicidade Imobiliária  -  27/12/2011

http://www.publicidadeimobiliaria.com/2011/12/retrospectiva-decada-da-retomada-do.html

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Vídeo 5- Investimentos Imobiliários

A Escola de Investidores produziu em parceria com o Pense Imóveis, do Grupo RBS, uma série de seis vídeos sobre o mercado imobiliário. Nas próximas semanas estaremos postando todos os vídeos da série.

Confira o vídeo 5- Bolha imobiliária, realidade ou especulação?

Vídeo 4- Investimentos imobiliários

A Escola de Investidores produziu em parceria com o Pense Imóveis, do Grupo RBS, uma série de seis vídeos sobre o mercado imobiliário. Nas próximas semanas estaremos postando todos os vídeos da série.

Confira o vídeo 4- Modalidades de investimento. Descubra como investir em cotas de incorporação!

Vídeo 3- Investimentos Imobiliários

A Escola de Investidores produziu em parceria com o Pense Imóveis, do Grupo RBS, uma série de seis vídeos sobre o mercado imobiliário. Nas próximas semanas estaremos postando todos os vídeos da série.

Confira o vídeo 3- Como escolher o melhor imóvel para investir?

Vídeo 2 -Investimentos Imobiliários

A Escola de Investidores produziu em parceria com o Pense Imóveis, do Grupo RBS, uma série de seis vídeos sobre o mercado imobiliário. Nas próximas semanas estaremos postando todos os vídeos da série.

Confira o vídeo 2- Como investir em imóveis na planta?

Vídeo 1 – Investimentos Imobiliários

A Escola de Investidores produziu em parceria com o Pense Imóveis, do Grupo RBS, uma série de seis vídeos sobre o mercado imobiliário. Nas próximas semanas estaremos postando todos os vídeos da série.

Confira o vídeo 1- Por que investir em imóveis é um bom negócio?

Limite para uso do saldo do FGTS na compra de imóveis pode ser ampliado

Banco Central avalia proposta da Abecip para ultrapassar o valor atual de R$ 500 mil. Justificativa seria a alta no mercado imobiliário.

Valor limite é o mesmo desde março de 2009

A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) negocia com o Banco Central a ampliação do limite para uso do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) na compra da casa própria. Segundo a associação, o principal motivo do aumento do FGTS seria a alta no preço dos imóveis nas grandes cidades, que limita o poder de compra do consumidor.

A Abecip decidiu não divulgar o novo limite proposto ao governo. Atualmente, o dinheiro do fundo pode ser utilizado na compra de imóveis de até R$ 500 mil. O valor está congelado desde março de 2009. Antes disso, o limite era de R$ 350 mil.

O Banco Central deverá analisar a proposta e poderá apresentá-la ao Conselho Monetário Nacional (CMN), composto também pelos ministérios da Fazenda e do Planejamento.

Em junho, o governo já havia aumentado limites para financiamento de imóveis para habitação popular com o uso do FGTS, de acordo com a renda das famílias. O limite da renda familiar mensal bruta para financiamento na área de habitação popular passou de R$ 3,9 mil para R$ 5,4 mil nos casos de regiões metropolitanas, capitais ou municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes. No restante das cidades, o limite é de R$ 3,9 mil.

Fonte: PINIweb.com.br

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