Tabela SAC ou Price. Qual delas escolher na hora de financiar um imóvel?

Confira as principais diferenças e vantagens entre os dois sistemas

Quando o cliente adquire um imóvel através do financiamento, o mercado conta com sistemas de amortização que definem a forma de cálculo da prestação. As mais utilizadas são as tabelas SAC e PRICE. Você sabe a diferença entre elas ou qual é a que mais se adequa à sua situação?

A tabela Price é uma das mais conhecidas e utilizadas, e se caracteriza principalmente pela utilização de juros compostos e pelo valor fixo da parcela. Embora seja a mais onerosa para o consumidor, muita gente ainda a utiliza pois suas prestações são fixas e bem menores que as do sistema SAC. Para o vendedor, esta modalidade também acaba sendo melhor mais vantajosa, pois se torna mais lucrativa.

Segundo o site www.jupiterimoveis.com.br, a tabela Price tem prestações fixas a cada 12 meses e o limite de financiamento é 25% da renda familiar. O valor de financiamento é maior, e o sistema é composto por amortização de juros. Para o profissional em ascensão com grandes possibilidades e promoções ou aumento do seu salário, em função do seu planejamento profissional, a tabela Price é uma boa saída.

Tabela SAC: valor decrescente

De acordo com o site IGF, a tabela SAC é caracterizada pela amortização constante do saldo devedor e principalmente pelo valor decrescente na parcela. A diferença é que para poder abater mais facilmente o saldo devedor, o consumidor precisará desembolsar mais no início do pagamento. O valor da primeira parcela é quase 28% maior que a da tabela Price.

Por outro lado, no 50º pagamento você já pagará menos que a prestação da tabela Price. Além disso, utilizará 58% do valor para diminuir o saldo devedor. Pela tabela Price, apenas 49% do valor estaria sendo utilizado para reduzir a dívida nesta mesma época.

Fique atento ao saldo devedor

Algumas tabelas de financiamento ao fim do pagamento das parcelas podem apresentar saldo residual, o que significa que mesmo com o término do pagamento das parcelas, a dívida ainda precisa ser quitada.

Para evitar surpresas desagradáveis fique atento para que o índice de reajuste do saldo devedor seja o mesmo que o das parcelas, pois se for maior, o valor pago mensalmente não será suficiente para compensar os juros.

Fonte: Redação Redimob (base: www.igf.com.br e www.jupiterimoveis.com.br).

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